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21/07/2015

Leques Japoneses


Quem nunca fez um leque de papel na escola quando o calor era de mais?
Você com certeza ao fazer algo tão simples, nem imaginava o quão complexo esse objeto seria, não é!?
Vamos então descobrir porque ele não é tão simples assim!?


Os leques tradicionais japoneses ファン (Fuan). 
Existem dois tipos básicos de leques japoneses: O leque não dobrável (UCHIWA), e o leque dobrável (OGI ou SENSU).
UCHIWA
OGI / SENSU

Leques Uchiwa

Os Leques Uchiwa foram trazidos da China e sua base usa uma moldura circular feito com lâminas estreitas de bambu, coberto por papel washi ou tecido esticado. Ela é plana e rígida, usado basicamente como abanador, para fins decorativos ou em festivais de verão, para serem usados com o yutaka.
São classificadas em três tipos, conforme os locais onde são produzidos: Bo-shu Uchiwa ( Boshu, sul de Chiba), Kyo Uchiwa (Kyoto) e Marugame Uchiwa (Marugame). Essas três cidades são as campeãs na fabricação de leques artesanais e 100% feito à mão, tanto que foram designadas como “Artesanato Tradicional Nacional Japonês“.



boshuuchiwa

Hoje em dia, os leques uchiwa também são frequentemente oferecidos por diversas empresas como brinde de verão, como forma de marketing ou publicidade. São ilustrados com o slogan da empresa e são feitos geralmente de plástico, pois é mais barato e mais fácil de processar do que o bambu, facilitando a fabricação em massa.
Também são  encontrados aos montes nos festivais de verão, os matsuris (Festivais de verão). 


Leques Ogi ou Sensu

Já o estilo de Leques Ogi, nasceu no Japão e existem muitas variedades deste estilo, mas basicamente sua estrutura é dobrável, feito com ripas estreitas de bambu, marfim ou cipreste e depois coberto com papel washi ou seda.
Esse estilo tem sutis diferenças para homens e mulheres, em relação à cor, design e tamanho: 18 a 20 cm para as mulheres e 23 a 24 cm para os homens.

Eles pode ser bastante simples ou podem conter belos desenhos ou mensagens, reflexo da escassez de papel que havia naquele período. A grande vantagem desse estilo, é a facilidade de transportá-lo, já que quase não ocupa espaço algum.
Geralmente vem acompanhado de uma caixinha, onde é guardado após o uso. Dentro do estilo Ogi, há vários tipos, como o Maiougi, usado especialmente nas danças japonesas, o Kawahori-sen, um leque mais simples, feito de papel e o Sensu Chasen, usado especialmente em cerimônias do chá, onde permanece na maioria das vezes fechada. É usado somente em casos de desculpas formais ou declarações importantes.

Leque Ogi Sensu

Simbolismo


Como tudo no Japão, o leque também tem seu simbolismo. Sua extremidade simboliza o nascimento, enquanto suas lâminas simbolizam os muitos caminhos possíveis que nos deparamos na nossa vida. As cores também tem significados: Vermelho e branco são considerados sorte, dourado é usado para atrair riqueza.
No Japão, os leques acompanham a vida das pessoas, desde o seu nascimento e passando por todas as etapas da sua vida como batizados, durante o shichigosan, uma comemoração do terceiro, quinto e sétimo aniversários das crianças. Também está presente na hora de selar o compromisso entre dois apaixonados, onde se costuma trocar leques, ao invés de alianças.


Na cerimônia típica de casamento, o leque também está presente. na qual a noiva ostenta um leque dourado de um lado e um prateado do outro; já o noivo, usa um leque branco durante a cerimônia. Nos velórios, eles também estão lá, onde os convidados levam um leque cinza-esverdeado, que é usado uma única vez.

Muitas vezes, os leques são dados de presentes para homenagear nascimentos, batizados ou aniversários. A maioria são coberto de desenhos florais, pois para o japonês, flores são símbolos de vida, especialmente os crisântemos, onde suas pétalas perduram por longos anos. É comum também ilustrações de animais como a tartaruga e o tsuru, símbolos da longevidade.

Em casamentos é comum darem leques ilustradas com plantas perenes, tais como bambu e pinho, pois simbolizam resistência. Flores de cerejeira (sakura), simbolizam o amor entre pais e filhos. Rosas significam amor, e a combinação de rosas e pinheiros simbolizam os opostos que se atraem, seguindo os princípios de yin e yang.

Leques com ilustrados com aves em pares simbolizam casais apaixonados, porém aves pretas representam o mal. Leões simbolizam realeza, força e proteção, enquanto os tigres significam guerra. Um cavalo pode simbolizar a misericórdia (especialmente se ele é branco). Uma borboleta significa uma mulher vaidosa e inconstante, mas se forem duas simbolizam um casamento feliz. Um peixe koi (carpa), simboliza riqueza, sorte e uma vida longa.

No Japão, ele tem uma série de utilidades, que vai além do óbvio, que é proporcionar uma brisa fresca ao usuário. Antigamente, os leques já foram usados em cerimônias religiosas, com a intenção de afastar o mal. Era também muito usado para proporcionar sombra para a moças aristocratas ou da realeza japonesa.

Os leques também serviam para definir o status social: Manter o leque fechado entre você e outra pessoa, significava que seu status era superior ao da outra pessoa. Já mantê-lo aberto, significava o contrário. Os leques também foram muito usados no teatro japonês kabuki e Noh para acentuar os movimentos de dança.




Para nós ocidentais pode ser um simples objeto para se refrescar no verão, porém no Japão, eles ganham um contexto altamente cultural, histórico e artístico, as quais muitos deles são pintados à mão com belas ilustrações ou escritos belas mensagens ou ideogramas. Também podem ser usados como acessórios de decoração nas casas, ou presos na parede ou em pé, sobre algum móvel.



Espero que tenha gostado e aprendido um pouco mais sobre leques!!!
Até mais!!!
Fonte: Japão em foco/Google



21/06/2015

Chichi no Hi (父の日) ( Dia dos Pais)



O Dia dos Pais se comemora no terceiro domingo de junho, ao contrário do Brasil que é no segundo domingo de agosto. Apesar de ser uma celebração discreta, as famílias homenageiam pais e sogros (para quem os tem). No Japão costuma-se presentear os pais com alguns mimos, mas o mais importante mesmo nesse dia é valorizar e agradecer aquele que nos colocou no mundo.

Parabéns ao meu Sogro Nelson e ao meu marido Ivo!
A data passou a ser popular no Japão na década de 1950 e apesar de não ser um costume tão popular, hoje em dia muitos filhos tem a iniciativa de presentear seus pais com desenhos feitos por eles, buquê de rosas (ao contrário do buquê de cravos oferecidos no Dia das Mães) ou presentes como gravatas, bebidas alcoólicas, comidinhas ou itens relacionados a um hobby que o pai tenha.

Existem dois termos que são usados para “pai” em japonês: “chichi (父)” e “otousan (お父さん)”. “Chichi” é usado quando se refere ao nosso próprio pai, e “Otousan” é usado geralmente para se referir ao pai de alguém, no entanto em alguns casos também pode ser usado para se referir ao nosso próprio pai.
                                                             


Espero que tenha gostado!
Até a próxima !

10/06/2015

Origami - História e dicas com passo a passo.


Quem nunca fez barquinho de papel, aviãozinho, ou chapéu de soldado?! Pois é! Isso é origami! 

Vamos aprender sobre a origem do origami e alguns modelos bem legais! 

Aproveita que o dia dos namorados está chegando e faça algo diferente, barato, simples mas cheio de carinho e amor!!!


Origami (do japonês: 折り紙, de oru, "dobrar", e kami, "papel") é a arte e brincadeira tradicional e secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la.
O origami usa apenas um pequeno número de dobras diferentes, que, no entanto, podem ser combinadas de diversas maneiras, para formar desenhos complexos. Geralmente, parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel. Ao contrário da crença popular, o origami tradicional japonês, que é praticado desde o Período Edo (1603-1868), frequentemente foi menos rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras formas de papel que não a quadrada (retangular, circular etc.).
Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil grous de origami (Tsuru, "grou") teria um pedido realizado - crença esta popularizada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.
Passo a passo do Tsuru.
Conforme foram se desenvolvendo métodos mais simples de fazer papel, o papel foi tornando-se menos caro, e o origami, cada vez mais uma arte popular. Ainda assim, as pessoas menos abastadas se esforçavam em não desperdiçar papel; guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel, e usavam-nas nos seus modelos de origami.
Durante séculos, não existiram instruções para se criarem os modelos origami, pois eram transmitidos verbalmente de geração em geração. Esta forma de arte viria a tornar-se parte da herança cultural dos japoneses. Em 1797, foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções de origami para dobrar um pássaro sagrado da Índia. O origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.
Em 1845, foi publicado outro livro (Kan no mado), que incluía uma coleção de aproximadamente 150 modelos de origamis. Este livro introduzia o modelo do sapo, muito conhecido hoje em dia. Com esta publicação, o origami espalhou-se como atividade recreativa no Japão.
Não seriam apenas os Japoneses a dobrar o papel, mas também os Mouros, no Norte de África, que trouxeram a dobragem do papel para Espanha na sequência da invasão árabe no século VIII. Os mouros usavam a dobragem de papel para criar figuras geométricas, uma vez que a religião proibia-os de criar formas animais. Da Espanha, espalhou-se para a América do Sul. Com as rotas comerciais terrestres, o origami entrou na Europa e, mais tarde, nos Estados Unidos.
A grande divisão entre a antiga dobragem do papel e a nova surgiu cerca de 1950, quando o trabalho de Akira Yoshizawa se tornou conhecido. Foi Yoshizawa quem criou a ideia da dobragem criativa (Sasaku Origami) e inventou todo um conjunto de métodos que nada deviam ao origami do passado, permitindo "dobrar" uma série de animais e pássaros. Porém, ainda precisava de duas partes de papel para conseguir animais de quatro patas, o que só viria a ser ultrapassado com a invenção das Bases Blintzed em meados da década de 1950 por outros entusiastas, particularmente o norte-americano George Rhoades. Até lá, apenas era possível "dobrar" animais muito primitivos, incluindo o tradicional porco.

               ORIGAMI PARA ALGUÉM ESPECIAL.
 Não deixe de fazer se você não tem o papel de origami! Faça com o que estiver em mãos, folhas de jornais, papel de presente, papel sulfite, é só cortar quadrado e está resolvido!  ;D













                       ORIGAMI PARA CRIANÇAS.
















Espero que tenha gostado!

Até mais!!!
Fonte:Wikipédia e Google

11/05/2015

Homenagem(atrasada) ao Dia das Mães! Haha no hi(Dia das Mães em Japones).

Olá, tudo bem com você?

Depois de um tempinho sem postar nada, hoje volto (atrasada devido a correria da data) pra falar sobre as Mães.

Sobre a minha Mãe, que sempre foi tudo e fez de tudo por mim, lutou contra tudo e todos para que eu viesse a esse mundo, sempre deixando ela de lado pra que eu e minha irmã tivéssemos o melhor, uma Mãe guerreira e linda. Amo muito, e sou grata por tudo que ela fez e faz por mim sempre. E hoje como Mãe, reconheço esse amor infinito, que não mede esforços e que não busca nada em troca. Agradeço a Deus pelas Mães que ele me deu, sejam elas, minha Mãe de verdade, minha Avó, minha Bisavó (que já está com Deus), minha Sogra, e pelo quinto ano como Mãe também!.

Quero compartilhar com você, dois JDoramas ( Serie Japonesa) e um filme, que falam sobre Mães.

Esse primeiro é o MOTHER, me emocionou do começo ao fim. Muito interessante,  vale a pena ver os 11 episódios, segue abaixo apenas o primeiro!

Esse é o 14 Sai no Haha, ( Mãe aos 14 anos.) Emocionante e surpreendente. Também segue abaixo somente o primeiro episódio!

Esse é o Filme, baseado no JDorama, KOIZORA. Uma historia linda de muito amor!


Todos eles resumem bem o amor de uma mulher por uma criança, independente da idade de ambos.


Espero que assim como eu, você possa gostar e se emocionar bastante com essas historias que se baseiam na vida real, que você possa tirar belas lições e aprender um pouco mais sobre o dia a dia dos Japoneses, sua cultura, princípios e valores.

Até mais!

10/04/2015

Monte Fuji.

                   Vamos conhecer o Monte Fuji?!
                      Aqui tem 14 dicas sobre ele!

1- O Monte Fuji (em japonês 富士山 Fuji-san) é a mais alta montanha da ilha de Honshu e de todo o arquipélago japonês. É um vulcão ativo, porém de baixo risco de erupção.
2- O monte Fuji localiza-se a oeste de Tóquio (de onde pode ser visto num dia limpo) próximo da costa do oceano Pacífico da ilha de Honshu, na fronteira entre as províncias de Shizuoka e de Yamanashi. Existem três pequenas cidades que envolvem o Monte Fuji, Gotemba a leste, Fuji-Yoshida a norte e Fujinomiya a sudoeste.
3- O monte Fuji é um dos símbolos mais conhecidos do Japão, sendo frequentemente retratado em obras de arte e fotografias e recebendo muitas visitas de alpinistas e turistas. Pensa-se que a primeira ascensão ao alto do monte Fuji foi em 663, sendo o autor da proeza um monge anónimo, a ascensão do primeiro estrangeiro ao alto do Fuji-san ocorreu em 1860, por Sir Rutherford Alcock. O alto tem sido considerado sagrado desde tempos antigos, tendo o seu acesso sido proibido a mulheres até à Era Meiji, mas hoje em dia é um destino turístico popular, sobretudo para escalada (ver tópico abaixo).
4- O monte Fuji é um cone vulcânico frequentemente nevado sendo uma figura importante da arte japonesa. O trabalho de maior nomeada retratando esta montanha são as conhecidas “36 vistas do monte Fuji”, a obra-prima do pintor de Ukiyo-e, Hokusai, mas existem inúmeras menções ao monte Fuji na literatura japonesa desde sempre, sendo abordado em muitos poemas.
5- O Fuji-san alberga ainda uma tradição guerreira, visto os samurais utilizarem o sopé da montanha, um sítio próximo de onde atualmente se situa a cidade de Gotemba, como local de treino, devido ao seu isolamento. O shogun Minamoto no Yoritomo tinha yabusame nesta área no início do Período Kamakura. A partir de 2005, as forças de defesa do Japão e os marines dos Estados Unidos passaram a ter atividade militar em bases perto do monte Fuji.
6- Atualmente composto por aproximadamente 50% de lava basáltica, os cientistas identificaram três fases distintas da atividade vulcânica que resultaram na formação do Fuji-san como o conhecemos. A primeira fase, denominada Sen-komitake, constituiu um núcleo de andesito descoberto recentemente nas profundezas da montanha. Depois da Sen-komitake seguiu-se a Ko-Mitake, uma camada de basalto que se acredita ter-se formado há várias centenas de milhares de anos. Há cerca de 100.000 anos uma nova camada, a Ko-Fuji (Velha Fuji), formou-se sobre a Ko-Mitake,10.000 anos é a data que se aponta para a formação da mais recenteShin-Fuji (Nova Fuji) sobre a Velha Fuji.
7- O vulcão está classificado como activo com baixo risco de erupção. A última erupção registada ocorreu no princípio do século XVIII, em 1707 durante o período Edo, com esta erupção formou-se uma nova cratera e um segundo pico, a meio de um dos lados, tendo sido atribuído o nome de Hōei-zan ao segundo pico.
8- O Monte Fuji localiza-se num ponto de encontro da placa Euroasiática a Placa de Okhotsk e da Placa das Filipinas, sendo estas placas que formam, as partes ocidental e oriental do Japão e a península de Izu, respetivamente.
9- Estima-se que anualmente cerca de 200.000 pessoas escalam a montanha, 30% das quais são estrangeiros. As subidas ao Fuji são mais populares no período compreendido entre 1 de Julho e 27 de Agosto, uma vez que nesta altura as cabanas e as outras infra-estruturas de apoio estão em funcionamento, bem como os autocarros que transportam os alpinistas para a quinta estação.Para além da viagem de carro permitir o acesso por três saídas (Kawaguchiko, Gotemba e Fuji), pode-se vir de autocarro expresso desde Tóquio até Kawaguchiko e depois de apanhar um autocarro para o destino final. Ainda assim, para simplesmente ver o Fuji-san, o comboio é o meio de transporte mais adequado, por exemplo numa viagem na linha Tokaido, entre Tóquio e Osaka, ou, no shinkansen de Tóquio para Nagoya, Quioto ou Osaka, a melhor vista consegue-se nas imediações da estação de Shin-Fuji, 40 a 45 minutos depois da partida de Tóquio.
10- Estão definidos quatro caminhos principais desde a quinta estação (são dez no total) até ao alto, a que se podem adicionar quatro outros caminhos desde o sopé da montanha. Os caminhos desde a quinta estação são (no sentido dos ponteiros do relógio) o de Kawaguchiko, o de Subashiri, o de Gotemba e o de Fujiyomiya, os caminhos desde o sopé da montanha são o de Shojiko, o de Yoshida, o de Suyama e o de Murayama. As estações localizam-se a diferentes altitudes, consoante o caminho seguido, a quinta estação mais alta em relação ao nível do mar é a de Fujinomiya, seguida pela de Kawaguchi, a Subashiri e, a mais baixa, Gotemba. Apesar de a quinta estação da rota de Kawaguchiko ser apenas a segunda em altitude, esta é a rota mais popular, devido à sua grande área de estacionamento, sendo aqui que vem ter a maior parte dos autocarros com excursões. A segunda rota mais popular é a de Fujinomiya, a que possui a quinta estação a maior altitude, seguida por Subashiri e Gotemba.
11- Embora muitos alpinistas não façam a subida nem pela rota de Subashiri nem pela de Gotemba, muitas pessoas descem por estas rotas devido aos seus trilhos cobertos por cinza. Desde a sétima estação até perto da quinta, a descida pode ser feita praticamente a correr, pelos trilhos cobertos de cinza, em aproximadamente meia hora.
12- As rotas que partem do sopé da montanha permitem conhecer locais históricos, por exemplo a de Yoshida passa por várias casas de chá, antigos templos e cabanas, e têm-se tornado mais populares, estando a ser restauradas. Contudo, são poucas as pessoas que fazem a subida desde a base, além de que a existência de ursos afasta as pessoas. A subida pode demorar entre três e sete horas, a descida de duas a cinco. O percurso está dividido em dez estações, existindo estradas pavimentadas até à quinta, que se situa aproximadamente nos 2300 m de altitude. As cabanas existentes na quinta estação não costumam manter-se abertas de noite, apesar de haver entusiastas que sobem de noite para ver o nascer do Sol.
13- Existem oito picos, sendo o ponto mais alto do Japão o pico que tem um antigo edifício com um radar, todos acessíveis bastando aos visitantes circular em torno da cratera.
14- A temperatura média mensal no alto do Fuji-san varia entre os -18 e os +8 °C para uma pressão atmosférica entre os 630 e os 650 mbar.
Fonte: Wikipedia
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Fomos ao Monte Fuji nos 3 anos que morei no Japão, apenas 2 vezes, fomos com amigos e sempre íamos no primeiro dia do ano, da primeira vez foi incrível ver toda sua grandeza e beleza tão de perto, nunca imaginei que fosse ver aquela imagem que só via em fotos tão perto de mim, foi uma grande emoção! No segundo ano foi ótimo pois além de nossos amigos, estava carregando meu filho; é estava gravida, faltava só dois meses pra ele nascer, e aguentei o frio e a viagem de mais ou menos 6 horas, mas claro que valeu a pena. Não chegamos a escalar devido a correria da vida e não era do nosso interesse na época, mas uma amiga foi e me contou que é incrível, muito frio e difícil, mas que vale a pena também... Deixo algumas das minhas fotos desses dias inesquecíveis!

Primeira vez no Monte Fuji, bem de manhãzinha quando chegamos.
No Fuji-Q www.fujiq.jp/en/attraction/, parque de diversão.
Também no Parque de diversão Fuji-Q.

Na segunda ida, com o filhote na barriga e vista diferente.



Espero que tenha gostado!!!
Até a próxima!